Artistas

Conheça os artistas brasileiros que usam Zildjian.

 

Athos Costa

 

Boka

 

Caio Cunha

 

Christiano Galvão

 

Cláudio Infante

 

Dinho Gonçalves

 

Dinho Leme

 

Duda Neves

 

Edu Vianna

 

Eduarda Henklein

 

Fabiano Manhas

 

Fred

 

Gabriel Azambuja

 

Gel Fernandes

 

Giba Favery

 

Guilherme Martin Cersosimo

 

Guto Goffi

 

Haroldo Ferretti

 

Igor Cavalera

 

Igor Willcox

 

Jean Dolabella

 

Jorge Gomes

 

Jorginho Gomes

 

Junior Vargas

 

Leo Rodriguez

 

Luis F. Capano

 

Marco da Costa

 

Max Kolesne

 

Pascoal Meirelles

 

Paulinho Fonseca

 

Pupillo

 

Rafael Barata

 

Ricardo Confessori

 

Robertinho Silva

 

Rubén Zúñiga

 

Sallaberry

 

Thiago Nogueira

 

Tito Oliveira

 

Williams Mello

 

Zé Eduardo Nazario

Athos Costa

Sou um típico exemplo de baterista que começou ainda criança tocando com colher de pau e panelas. Aos 9 anos comecei a ter aulas, mas não ganhei uma bateria, pois meus pais queriam ter certeza que era isso mesmo que eu queria. Fiquei um bom tempo estudando nas clássicas borrachas de estudo, que comparando com as panelas foi uma evolução e tanto.

Nos anos 70 fui estudar no CLAM com Rubens Barsotti e o saudoso João Luiz Arriza, o Chumbinho. Nos anos 80 estudei nos Estados Unidos na Berklee College Of Music em Boston. Mais recentemente estudei com Mestre ZEN, Zé Eduardo Nazario, meu amigo e colega na família Zildjian. Sempre gostei de estudar!

Comecei minha vida profissional no final dos anos 70, tocando nos bares de jazz e rock da grande São Paulo, enquanto ainda estudava publicidade e propaganda na FAAP. Desde então já fiz praticamente de tudo. Toquei em teatros, bares, ginásios, boates, bar mitzvah, churrascarias, workshops, casamentos, festas, eventos, estádios, ao ar livre, na praça e na praia. Como dizem por aí, o lugar do músico é no palco, mas em estúdios também gravei jingles, trilhas, cinema e discos. Como os discos “Flerte Fatal” de Rita Lee e “Mississipi Saxophone” de Bruce Ewan, e o filme "Dezesseis, Zero, Sessenta" (Sixteen-Oh-Sixty) de Vinícius Mainardi.

Na década de 80 participei do movimento de rock paulista. Fui artista contratado de 3 gravadoras multinacionais. Com a banda Tan-Tan Club lancei discos pela Barclay e CBS (hoje Sony BMG-Ariola). Com a banda ZERØ gravei o disco “Passos no Escuro” pela EMI-ODEON que me deu um disco de ouro. Hoje em dia uso meu disco de ouro como bandeja de café para os clientes do meu estúdio!

Já na década de 90, no auge da febre das bandas covers, toquei em algumas bandas de destaque como Rock Memory e Pink Floyd Cover. Participei do André Cristovam Trio, que ajudou a abrir muitas portas do então crescente mercado de blues brasileiro. Assinei meu contrato com a Zildjian em 1993, uma semana depois de levar Bob Wiczling a um de meus shows. Na época ele era o artist relation da Zildjian e estava no Brasil para um workshop com Kenny Aronoff. Em 1995 tive a eterna honra de abrir solando o primeiro Zildjian Day Brasil.

Na virada do século parei de tocar bateria. Depois de mais de 20 anos como profissional, não tinha mais nenhum prazer em tocar. Foi uma pena eu ter que parar, mas foi muito bom eu ter parado pois pude avaliar à distância a importância da música em minha vida. Agora de volta na ativa continuo fazendo o mesmo que antes, tocando sempre que possível. Agora tenho mais alunos, um estúdio de masterização junto com o engenheiro de áudio Pedro Marin, trabalho como drum-tech e também tenho usado minha experiência adquirida em anos de estrada para produzir várias bandas.

Um dos trabalhos que mais me orgulho e onde mais me diverti foi com o power trio Lady Xepa, junto com Fabio Zagannin e Marco Camarano. Estamos de volta na estrada e nosso disco “In Your Face” deve ficar pronto ainda neste ano de 2008.

Tenho a sorte de ser patrocinado pela Zildjian desde 1993, mas gosto de pensar que pertenço à família Zildjian a mais de 40 anos. Para mim Zildjian é sinônimo de pratos. O que mais posso dizer... muito obrigado Zildjian!


Sites:
www.myspace.com/athoscosta
www.sonicmaster.com.br